How Haute Couture houses are using museums as a background for there Fashion shows

 




As vezes perguntam-me "mas história da arte tem alguma coisa haver com moda?"

Ainda a pouco tempo numa apresentação pessoal foi a primeira questão que me perguntaram, com um olhar de desconfiado e pouco compreensivo. Claro que essa percepção também poderia ser que ter aulas no Zoom não há uma ligação ao formador.

Mas para vos dizer a verdade já desde os meus tempos de faculdade me perguntavam coisas assim. O gostar de moda, considerado muito vezes  fútil, o partilhar sobre isso nas redes sociais, o gostar de comprar roupa, o saber demasiado sobre a área.

Mas na minha realidade a moda não funciona sem a arte. A arte é um meio de inspiração e de comunicação. Quando se estuda a Historia da Arte estudasse as simbologias por destras das obras, que ainda agora tantos anos após terem sido criadas ainda conseguimos descobrir segredos com o avançar da tecnologia.

A pandemia veio realçar ainda mais o poder da arte. Como meio de inspiração e comunicação principalmente como meio de dar um sentido de normalidade e continuidade a nossa vida. O voltar á herança da casa.

Observamos neste período de tempo indefinido pela pandemia casas de Haute-Couture, como a Dior e a Luis Vuitton a usam instituições museulógicas para promover os seus desfiles de moda. 

Envés de criarem novos cenários para um desfile de 15 minutos sem publico, recorrem aos que já existem, sempre com o seu cunho especial. Recorrem a arte como meio para alcançar um fim, o ser visto.

No caso da Luis Vuitton não é a primeira vez que um desfile deles se realiza no Museu do Louvre, os seus valores como marca ainda mesmo em tempo de pandemia não se alteraram, o que nós faz sentir seguros como espectadores e compradores da marca. 

Ao usarem estas instituições tão antigas que já passaram por guerras e revoluções ajudam a que o espectador sinta uma sensação de normalidade ou a de um novo tipo de normal, a sensação da continuidade da Herança da marca continua inalterável tal como uma instituição museulógica ou uma obra de arte. 

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Sometimes I am asked "but does Art History has anything to do with fashion"?

Not long ago in a personal presentation, the first question that I was asked was that exact one, with a suspicious look. Of course, this perception could also be, that having Classe at "zoom" you don't really have a connection with the other person. 

But to tell you the truth since my college days that I was asked questions like that. Liking fashion often considered futile, sharing about it on social media, buying clothes, knowing too much about the subject.  

But in my reality fashion doesn't work without art. 

Art is an inspiration and a communication form. When studying Art History you study the symbolises of the paintings what they can tell you.  

The pandemic has further enhance the power of art. As a means of inspiration and communication mainly as a means of giving a sense of normality and continuity to our lives. 

We observed in this period of time indefinite by the pandemic houses of Haute-Couture, as Dior and Luis Vuitton use museological institutions to promote there fashions shows. 

Instead of creating a new scenery for a 15 minute fashion shot without an audience, the resort to those that already exist. 

The resort to art as a means to an end, to be seen. 

In the case of Luis Vuitton, this is not the first time that their fashion shoe has taken place at the Louvre Museum, they're values as a brand even in the pandemic times has not changed. 

By using these institutions that have already gone trough wars and revolutions, they help the viewer to feel a sense of normality or a new type of normal, the feeling of continuity of the heritage of the brand remains unchanged just like a museum institution. 

(Imagem Unsplash)
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